sexta-feira, 3 de julho de 2009

Reportagem Internacional

CHINA: O que sobrou da Revolução
Os 60 anos da China sob o Partido Comunista.
Lorenço Oliveira
Prognosticar sobre a China tem sido um constante desafio de economistas do mundo inteiro. Um desafio que exige cautela e muito conhecimento histórico. Aparentemente, a China faz uma idéia de típico Estado comunista do pós-guerra do leste europeu que se estruturaram com o final da Segunda Guerra Mundial. Com isso, alguns historiadores costumam afirmar que a China é sempre um caso a parte, que complica a cabeça do ser ocidental. Um país sob regime comunista, mas constituído de uma sociedade de mercado. Uma história complexa, lotada de corrupções, confrontos, violência e injustiça pelos privilégios do poder. A soma desses fatores resulta na Revolução Chinesa de 1949.
Considerada como a mais longa guerra civil do século XX, a Revolução Chinesa que completa seu 60º aniversário no dia primeiro de outubro, é um marco na história chinesa e mundial. Infelizmente, “pouco estudada pelos brasileiros”, reclama o pesquisador e historiador gaúcho, Voltaire Schilling, autor da obra, A Revolução na China: colonialismo, maoísmo, revisionismo, publicado em 1984, pela editora Mercado Aberto:
– Na época em que escrevi esse livro estávamos em regime militar. O acesso era escasso. – argumenta Schilling, que na época encontrou mais fontes na língua espanhola do que na portuguesa. – Em Montevidéu tive a sorte de encontrar um material com toda a obra do Mao em três volumes. Uma compra baratíssima. Em seu livro ele explica que no começo da Revolução, a China encontrava-se com uma frente organizada por Chiang Kai-shek, fundador e líder do Partido Nacionalista. Logo após Revolução Russa, Chen Tu-hsiu funda o Partido Comunista Chinês em 1921, na cidade de Xangai. Nessa fundação, dentre os 57 membros do Partido Comunista, estava um obscuro filho de camponeses, Mao Tse-tung, que viria a se tornar o grande líder da Revolução Camponesa.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Módulo TV

A aula sobre televisão foi dividida entre dois assuntos: o próprio tema da aula e a notícia da decisão do STF sobre o diploma de jornalismo.

A tecnologia, como nos demais meios, foi debatida devido à sua relevância dentro do futuro da televisão. O exemplo utilizado foi o da série Lost, que não se resumiu apenas aos episódios da TV e avançou em outra mídias como a internet e por isso alcançou um sucesso ainda maior.
Ao contrário das outras vezes nas quais tínhamos um texto para debater, a turma não o discutiu com muita vontade. Apesar de o tema ser interessante, o susto que tomamos com a notícia de que a necessidade do diploma de jornalista acabara mudou o foco da aula em alguns momentos. A preocupação é normal, já que recém começamos a busca pelo diploma.

Como última aula teórica, tenho elogios a fazer. Essas aulas tem um funcionamento interessante. Antes de tudo, temos um assunto que interessa a todos, o jornalismo. A aula nos serve a princípio para debatermos dúvidas básicas de cada um sobre cada módulo. Para que tenhamos um fio condutor há os textos, que nos abastecem de conteúdo e também de dúvidas . Tem de ser destacada a matéria que é passada no quadro acerca da evolução dessas mídias e dos veículos piorneiros, pois normalmente isso é desconhecido para jovens como nós.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Observações sobre o módulo rádio


O módulo rádio, como os demais, foi composto por aula teórica e prática.
Minha avaliação desse módulo é positiva. No entanto, há pontos em que poderia haver melhor proveito das nossas quintas. Sendo assim, me sinto com o dever de expressar minha visão do que tem sido trabalhado.

Quanto às aulas teóricas tenho as melhores observações a fazer. As aulas são interessantes, pois com elas absorvemos informações de como se formou esse meio de comunicação (principalmente no nosso estado) e conhecemos histórias e origens de algumas das emissoras que hoje acompanhamos. Esse tipo de conteúdo é importante, pois é um início de construção da bagagem que iremos carregar daqui em diante.

Já as aulas práticas seguem aquilo que o próprio nome da disciplina traz. É um laboratório. Onde experimentamos o que é trabalhar no rádio. É fácil observar que a maioria dos alunos gosta das atividades e se interessa em participar, mas apesar de as aulas cumprirem com aquilo que é proposto, penso que a proposta não é a ideal. Como passamos pelas quatro mídias no decorrer do semestre, o contato que temos com cada meio é demasiadamente curto e a abordagem acaba sendo superficial. As atividades são divertidas, porém não proporcionam o aprendizado que poderia ser obtido com o tempo do qual dispomos. Isso parece se dar justamente devido à falta de um foco.

Não devemos levar em conta a reação de alguns alunos após ouvirem críticas sobre seus programas. Afinal, o momento das observações e correções sobre nosso trabalho no ar foi o mais proveitoso dessa breve experiência no radialismo.

quinta-feira, 28 de maio de 2009

Você não ouviu mesmo!

"Comeca agora o post sobre o módulo radio! Onde tudo que voce aprendeu é posto em pratica, ou seja, nada!" Engracado fazer uma apresentação ao módulo de rádio da cadeira de Laboratório de Jornalismo imitando um radialista, ou algo parecido. No entanto, não sei exatamente como fazer isso. E não foi só eu, tivemos que manter um programa de rádio no ar da RadioFam por 20 minutos. Pois bem, um desastre. Isso é óbvio. Não sei o que era para nós termos feitos de verdade. Alguns até foram melhores que outros, mas é só para um primeiro contato com a mídia. O professor Mércio fez suas críticas, e eu não o condeno. O problema, que no momento que ele critica, precisa ver se isso não será ruim para quem recebe. Afinal, é uma turma de primeiro semestre que carrega uma bagagem levíssima. Tem o histórico do Ensino Médio que, quer ou não, é aquela coisa: fazemos o que aprendemos. Todavia, nada aprendemos. Acho que esse exercício foi interessante, mas o professor deveria ter manerado com as críticas. Não sei se esse foi o desejado, dar um desafio para analisar quem tem uma aspiração ou para simplesmente servir de pretexto às críticas. Deve ser para as duas coisas.

Não vou ficar tachando a aula de irrelevante e inútil, e também não vou ficar aqui a criticar a atuação dos professor (tanto que o professor Mércio, tentou se desculpar depois pelas críticas), mas dizer que essas críticas são apenas construtivas, não dá. Talvez, sirva de teste, para ver quem sabe trabalhar sob pressão, para ver quem é levado pela crítica. O que de certa maneira é criativo, porém um pouco autoritário.

O que eu queria dizer sobre o módulo de rádio, é que realmente tudo isso será super revisionado na cadeira de Radiojornalismo 1 e as posteriores. Com o professor Stochi as aulas foram calmamente mantidas, e fizemos meias-laudas para treinar a verbalização. No entanto, a cadeira de Laboratório está dando nos nervos de vez em quando. Pois são 4 créditos de pura diversãozinha.

sábado, 25 de abril de 2009

As intermináveis discussões sobre o futuro do jornal impresso.

A Internet chegou para ficar de vez. Virou o meio de mais informações, o meio de mais rapidez, o meio de mais simplicidade, o meio de mais tudo. Não há limites para a Internet. Obviamente, todo meio de comunicação é alvo de discussões éticas e que não podem ser ignoradas facilmente. As aulas sobre Internet da disciplina de Laboratório foram prometidas para todos os dias. E não vejo como realmente serem diferentes. Um meio que consegue agregar tão bem os outros meios, não pode ficar de fora das aulas, não é?


No módulo sobre jornal impresso comecei pensando assim: "Bem, agora deixamos um pouco o lado virtual do jornalismo, e passemos para o que está aí, há tempos". Bem, legal, breve história sobre o jornal, uma certa linha de tempo, e só. No outro período, caímos novamente a inquieta perseguição sobre o futuro dele. Porque não passamos um pouco mais de tempos no jornal que está aí todo o dia? Porque ir direto ao que se segue? Ficar teorizando a expectativa de vida dos jornais impressos me parece tão "não ter o que fazer". Como uma aluna que, com a grande abertura para dúvidas que o professor deu, se entusiamou em lançar suposições caricaturais do futuro do jornal. São muitas cotas para o mesmo assunto. Internet, internet e internet! É claro que temos que ter consciência da gravidade do problema que os jornais impressos fazem para o desmatamento, por exemplo, mas porque ocupar tanto o tempo, que já é pouco, com esse tipo de discussão? A apresentação do professor foi impecável e gostei do que foi dito sobre a rotina do jornais, mas foi impossível manter atenção em uma aula que apresentou conteúdo tão superficial. As discussões em aula eram criadas por curiosidades banais, que muitas vezes se mantinham para depois do intervalo com a frase desestimulante do professor: "Não se preocupem, pessoal, nós vamos falar sobre isso daqui a pouquinho".

Alguns vão dizer que não se pode lutar contra a tecnologia, e não se pode mesmo. Como não podemos parar a economia global de caminhar para o neoliberalismo. Esses dois tópicos são praticamente irmãos, não há nem muito o que discutir. Por esse motivo que, os módulos que tivemos até agora deveriam se chamar, "As intermináveis discussões sobre o futuro do jornal impresso".



- Um meio que consegue agregar tão bem os outros meios, não pode ficar de fora das aulas, não é?
- É, se ela não atrapalhar os outros meios!

Os tais dos e-paper


Na aula sobre jornal, os professores falaram da trajetória desse veículo, da realidade dos jornais populares e principalmente das tendências dos periódicos. A maior discussão ocorreu sobre o futuro do jornal, que estaria se tornando obsoleto devido à evolução de novas tecnologias. Foram apresentadas algumas alternativas como a distribuição gratuita e o papel digital. Essa nova tecnologia, no entanto, provoca uma forte resistência por parte de muitos leitores, pois substituiria o costume de ler um jornal ou um livro e folheá-los independentemente de teclas, visores e baterias. Esse estranhamento é natural e pôde ser observado na sala de aula, onde muitos alunos (dentre os quais estava eu) demonstraram certa rejeição à novidade.

Por outro lado, muitos se mostraram admirados com o e-paper da Sony que o Professor Pellanda nos apresentou. Eles se surpreenderam ainda mais com a revista Esquire que trazia na capa um visor digital. A expectativa que haviam feito em torno dessa revista foi um tanto exagerada. A reação dos colegas também me surpreendeu, pois era uma revista normal, exceto pelo fato de que havia esse visor que não era permanente e que tornava a página muito mais grossa. Me pareceu
ser muito mais uma tentativa por parte da revista de chamar a atenção do público do que algum avanço ou vantagem para o leitor. Muitos alunos se empolgaram com essa tecnologia, mas temos de concordar que ela tem de evoluir muito para que um dia venha a trazer alguma facilidade ao nosso dia-a-dia.

O e-paper, ao contrário da revista, parece ser um aparelho com as suas utilidades e ainda deve se popularizar como vem ocorrendo nos Estadaos Unidos, onde várias marcas já lançaram seus modelos. Admito que os e-paper trarão vantagens, assim como a maioria das tecnologias costuma fazer, só não posso dizer que um dia irei me adaptar a eles e tampouco me tornar um usuário.

quinta-feira, 19 de março de 2009

1º e 2º aula sobre INTERNET

Nessas duas primeiras aulas sobre a Internet aprendemos que ela se tornou ferramenta fundamental no dia-a-dia das pessoas. Assistimos uma apresentação mostrando a origem, a evolução e as novas tendências dessa rede de que tanto gostamos. Até porque, nada sabiamos da Internet, ao contrário do que imaginávamos.